Hoje é dia de virar mais um voto para Lula 13! O Exército do Lula quer chegar a 13 milhões
Nelsão entra na mobilização da reta final: hoje é dia de conversar com os indecisos, convencer quem ainda está em dúvida e defender o Brasil. Amanhã, domingo, é dia de votar 13!
Companheirada, a eleição está chegando à decisão. E quem pensa que a luta termina na internet está enganado. É hora de conversar com a família, com os amigos, com os colegas de trabalho e com aquele vizinho que ainda não decidiu em quem vai votar.
O presidente Lula participou por telefone de uma live do deputado André Janones, responsável pelo canal Exército do Lula, no WhatsApp. Durante a transmissão, Janones informou que a comunidade já reunia 10,6 milhões de participantes. Lula fez um pedido direto: vamos ampliar essa mobilização e chegar aos 13 milhões ainda hoje!
É muita gente! E isso mostra a força da participação popular quando os brasileiros se organizam para defender suas ideias e seu projeto de país.
Lula também brincou com a repercussão internacional do movimento, ironizando a preocupação que Donald Trump teria com o alcance do seu exército digital. Aqui, a batalha é outra: é a batalha da informação, da mobilização e da democracia.
Um exército de brasileiros, sem armas e com consciência
O Exército do Lula não precisa de fuzil. Precisa de gente disposta a conversar, compartilhar informações verificadas e mostrar o que está em jogo nesta eleição.
É o trabalhador que quer melhores salários. É a trabalhadora que precisa de tempo para viver e cuidar da família. É o aposentado que espera respeito. É o jovem que quer oportunidade. É quem acredita que o Brasil pode crescer sem deixar milhões de pessoas para trás.
E tem uma coisa importante: não basta compartilhar uma mensagem. É preciso conversar de verdade. Escutar quem pensa diferente, apresentar argumentos e ajudar o eleitor a decidir com consciência.
Hoje, cada voto conquistado pode fazer a diferença amanhã. Clique aqui para fazer parte do "Exército do Lula".
Eduardo Bolsonaro e uma entrevista que merece atenção
Enquanto Lula pede mobilização aos seus apoiadores, Eduardo Bolsonaro, nos Estados Unidos, deu uma entrevista ao programa americano Louder with Crowder que levanta questões preocupantes sobre sua visão da política brasileira.
Ao ser questionado sobre o que o irmão, Flávio Bolsonaro, deveria fazer caso perdesse a eleição, Eduardo brincou com a possibilidade de mandar fuzileiros navais. Depois, em tom sério, afirmou que era favorável a que Flávio deixasse o Brasil em caso de derrota.
Também voltou a questionar a confiabilidade das urnas eletrônicas, recorrendo ao argumento de que não seria possível provar que houve fraude, mas tampouco provar que ela não ocorreu.
Companheirada, vamos falar sério: uma coisa é defender a fiscalização das eleições, algo legítimo e necessário em qualquer democracia. Outra é espalhar suspeitas sem apresentar provas concretas e tratar uma eventual derrota eleitoral como motivo para sair do país.
O resultado das urnas deve ser respeitado. Quem discorda tem os caminhos legais para contestar. É assim que funciona a democracia.
A soberania brasileira também está em jogo
O que mais preocupa nessa entrevista é a referência ao envio de militares americanos, ainda que apresentada inicialmente como brincadeira, e a disposição de Eduardo de recomendar que o próprio irmão deixe o Brasil se não vencer a eleição.
Não é possível afirmar, com base apenas nessa entrevista, que Flávio Bolsonaro adotaria uma política de submissão aos Estados Unidos. Mas as declarações de Eduardo levantam uma questão legítima: qual é o compromisso dessa família com a soberania nacional e com o respeito à decisão dos brasileiros?
O Brasil é dos brasileiros. Nenhum governo estrangeiro tem o direito de decidir quem deve governar nosso país. Nossa democracia não pode ficar sujeita à vontade de líderes de fora nem a ameaças contra o resultado das urnas.
Precisamos de um presidente que defenda os interesses nacionais, dialogue com outros países sem abrir mão da independência brasileira e respeite a vontade popular.
É por isso que esta eleição vai muito além de uma disputa entre dois candidatos. Estamos falando do Brasil que queremos construir, dos direitos dos trabalhadores, da democracia e da nossa capacidade de decidir o próprio futuro.
Eduardo Bolsonaro defende que Flávio fuja do Brasil em caso de derrota e fala em chamar fuzileiros dos EUA. No podcast do conservador Steven Crowder, o filho 03 de Jair Bolsonaro defendeu que os Marines, força militar dos EUA, invadissem o Brasil. https://t.co/o62gMBZdnr
— ICL Notícias (@ICLNoticias) October 24, 2026
Hoje é dia de convencer. Amanhã é dia de votar!
Companheirada, não vamos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje.
Converse com aquela pessoa que ainda está indecisa. Mande uma mensagem para quem precisa de um argumento. Compartilhe informações confiáveis. Ajude o Exército do Lula a alcançar os 13 milhões de participantes. E, principalmente, não deixe de votar.
Amanhã, cada eleitor terá a oportunidade de escolher o rumo do Brasil. O voto é individual, secreto e soberano. É na urna que a nossa vontade se transforma em decisão democrática.
Hoje é dia de virar mais um voto para o 13. Amanhã é dia de confirmar essa escolha nas urnas!
É Lula 13 para continuar defendendo os trabalhadores, os direitos sociais, a democracia e a soberania brasileira. Um abraço do Nelsão, da Fernanda e toda família! E vamos juntos, porque o Brasil merece seguir em frente!
Fale com o Nelsão
WhatsApp: (41) 98411-6970


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